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Muitas são as marcas de pílulas do dia seguinte que podem ser encontradas. Veja abaixo a lista com os nomes das principais pílulas do dia seguinte:

  • DiaD;
  • Pilem;
  • Pozato Uni;
  • Postinor;
  • Evanor;
  • Microvlar;
  • Previdez;
  • Neodia.

pilula do dia seguinte

Neste artigo vamos tirar as principais dúvidas sobre pílula do dia seguinte tais como nomes, marcas e preços.

Pílula do Dia Seguinte : Preço

O valor da pílula do dia seguinte varia de 3 a 30 reais. Tudo irá depender do laboratório escolhido, se é genérico ou não e também é dose única ou cartela com 2 compimidos.

Poderá haver algumas mudanças nos valores também dependendo do local onde o medicamento for comprado.

postinor uni nome pilula dia seguinte

Pílula do Dia Seguinte Nome Científico

A pílula do dia seguinte tem como principal componente o levonorgestrel, que nada mais é que um hormônio usado em pílulas contraceptivos normais, só que com dosagem inferior a encontrada na pílula do dia seguinte.

Para surtir efeito, o medicamento precisa possuir 1,5 mg de levonorgestrel, sendo essa a dosagem ideal para impedir a fecundação.

Nas farmácias você pode adquirir pacotes com uma pílula, sendo esses os de dose única, ou pacotinhos com dois pílulas, onde a dose de 1,5mg é repartida neles. Caso compre o com 2, a segunda pílula geralmente é tomada 12hs após a primeira ou segundo indicações do fabricante na bula.

Nome da Melhor Pílula do Dia Seguinte

Todas as pílulas do dia seguinte possuem basicamente a mesma composição, sendo assim, não havendo diferença em sua eficácia. O que fará diferença mesmo é tomar da forma correta. Para saber mais, clique aqui e veja como tomar.

Nomes das Marcas de Pílula do Dia Seguinte

Dentre as principais fabricantes estão:

  • Postinor Uno – da marca Aché. É uma pílula de dose única costuma sair por R$ 29;
  • DiaD – da marca CiMed, com dois comprimidos. É possível consegui-la gratuitamente em postos de saúde. Toma-se um comprimido imediatamente e outro após 12 horas;
  • Pilem – da marca União Química, com 2 comprimidos. Baratinha e eficaz;
  • Neodia – da marca Neoquímica, dosagem única.

Testes de Gravidez

Por fim, se acredita já estar grávida, confira nossos artigos com os sintomas iniciais de gravidez e faça um teste de gravidez caseiro.

Ficou alguma dúvida? Comente abaixo que responderemos com o maior prazer!

A pílula pós coital ou pílula do dia seguinte como é mais conhecida é responsável pela interrupção em até 99% dos casos de risco de gravidez, que pode acontecer se uma relação sexual for realizada sem a devida proteção.

Pílula do Dia Seguinte – Riscos

Tomar a pílula do dia seguinte é submeter o seu organismo a uma alta dosagem de hormônios, uma vez que o medicamento é feito a base de substâncias como o levonorgestrel, ao passo que algumas mulheres já declararam que observaram um aumento de peso e algumas reações adversas após o uso do medicamento.

pilula dia seguinte funciona

A pílula do dia seguinte como qualquer outro medicamento pode provocar diferentes reações, as quais variam para cada mulher de acordo com as peculiaridades do seu organismo. Vale a pena ressaltar que o remédio pode agir em 3 níveis, os quais são os seguintes:

  • Bloquear a fecundação do óvulo;
  • Atrasar a liberação do óvulo
  • Impedir que o endométrio gravídico seja formado, cujos efeitos podem ser conhecidos com a simples leitura da bula do medicamento.

ATENÇÃO!!!! A pílula do dia seguinte não é abortiva porém seu uso indevido após confirmação de gestação pode causar danos ao feto e a gestante.

Tomar a pílula do dia seguinte é colocar o seu organismo em risco, e neste artigo você terá a oportunidade de conhecer justamente os perigos concernentes ao uso deste tipo de remédio. Continue comigo.

A pílula do dia seguinte é eficaz? – Funciona?

A pílula do dia seguinte é um método de impedimento de um possível caso de gravidez, cuja eficácia varia entre a diferença de tempo percebida entre a realização do ato sexual e a ingestão da pílula.

Confira abaixo a lista com a eficácia da pílula:

  • Em até 24 horas após ter tido uma relação sexual contará com 95% de eficiência;
  • Em um prazo de até 72 horas o percentual reduz para 85% e, por conseguinte;
  • Se você tomar a pílula depois de 96 horas a sua eficácia sofre grande diminuição, porém poderá ainda causar os efeitos esperados de proteção.

Quando tomar a pílula do dia seguinte?

Você só deve tomar o remédio em casos de emergência, ou seja, quando todos os outros métodos tiverem falhado, quando não se tem outro recurso melhor que possa ser usado. A pílula do dia seguinte é uma alternativa quando ocorrem incidentes como, por exemplo, o estouro da camisinha justamente no momento da ejaculação ou mesmo em casos de estupro.

pílula do dia seguinte tomar

Para as demais situações você deve utilizar outros modelos de prevenção que são mais seguros para a sua saúde, tendo em vista que a pílula do dia seguinte pode provocar problemas como, por exemplo, maior ocorrência de surgimento de câncer de mama.

Pílula do dia seguinte – Efeitos Colaterais

Como se sabe, o medicamento é vendido em todas as farmácias e drogarias do país e não é preciso ter receita médica para compra-lo. Entretanto é importante que você conheça os principais efeitos colaterais e riscos em toma-la que são os listados abaixo. Confira!

  • Distúrbios metabólicos: Principalmente em pacientes que sofrem com trombose venosa e deficiências no fígado;
  • Alteração no ciclo menstrual: Você não conseguirá ter mais a certeza sobre o seu período fértil que poderá se desregular;
  • Problemas na região reprodutora: Como a perda de uma trompa ou dificuldade de gestação devido ao consumo em longo prazo;
  • Outros efeitos: Sensibilidade nos seios, dor de cabeça, diarreia, náuseas e vômitos.

Como tomar a pílula do dia seguinte?

pílula do dia seguinte deve ser tomada em até 24 horas após a relação sexual desprotegida para ter sua eficácia aumentada. Em até 72 horas ela poderá ainda fazer efeito porém com eficácia reduzida.

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A maioria das pílulas vem em 2 doses porém tem alguns casos que a pílula é vendida em dose única. Não há diferença de eficácia entre elas. Para conhecer todos os nomes de pílulas do dia seguinte, CLIQUE AQUI.

Não brinque com a sua saúde e nem recorra à pílula do dia seguinte com frequência para não ocasionar problemas em seu organismo, ok? Então deixe a sua curtida no botão abaixo.

O Cisto de Naboth é – como diz seu próprio nome – um cisto formado na superfície do colo do útero. O motivo da formação desses pequenos cistos se dá pela obstrução das glândulas de Naboth que ficam localizadas ali mesmo, resultado do acúmulo de secreções expelidas pelas mesmas.

As glândulas de Naboth funcionam de forma semelhante como as da pele, elas acumulam secreções em virtude do bloqueio do ducto, que é ocasionado por alguma infecção uterina.

Quando esse processo ocorre, gera como consequência da formação de um cisto com forma arredondada na superfície do colo do útero. Podem surgir vários cistos de vez ou somente um, esse é um fator que depende do quão cheia as glândulas estão.

Normalmente, o surgimento de cistos de Naboth ocorre em mulheres ainda com idade reprodutiva, sobretudo, naquelas que já tiveram filhos.

CISTO DE NABOTH – O QUE É?

Sintomas do Cisto de Naboth

São raros os casos em que a presença do cisto de Naboth apresenta sintomas. No entanto indica que ali houve uma inflamação, infecção ou até mesmo irritação que resultou na irritação do órgão reprodutor feminino e, por consequência, na formação do cisto. A identificação da presença desse cisto se dá, normalmente por acaso, através de exames de rotina.

A cor do cisto de Naboth é esbranquiçada, seu tamanho é pequeno e ele é tátil. Devido a isso é identificado facilmente pelo ginecologista durante a realização do exame ginecológico feito com determinada frequência. Há um mito contado sobre esse cisto, que ele é um sintoma da presença de câncer de colo do útero, mas as mulheres precisam ter em mente que isso é mentira e já foi comprovado por médicos.

CISTO DE NABOTH – O QUE É?

Prevenção e tratamento do Cisto de Naboth

Uma das maiores dúvidas sobre o cisto de Naboth envolve o processo de prevenção e de tratamento do mesmo. A prevenção para o cisto de Naboth ainda não é conhecida. Na maioria dos casos, tratar o cisto não é necessário, pois desde que ele esteja estabilizado, não irá causar problemas no aparelho reprodutor feminino.

No entanto, há casos raros em que o cisto cresce sem parar, o que resulta na alteração da forma normal do útero. Quando isso ocorre, o cisto deve ser removido, tanto por eletrocauterização ou até mesmo com um bisturi. O procedimento de remoção do cisto pode ser realizado no consultório médico mesmo.

Outra dúvida extremamente comum entre as mulheres sobre o cisto de Naboth envolve gravidez. Muitas mulheres ao terem conhecimento que estão com esse cisto se assustam, achando que irão ficar inférteis, que esse dificultará a fertilidade ou que esse poderá causar problemas durante a gestação. No entanto, essa disfunção do organismo feminino não causa nada disso.

Para que fique bem esclarecido: os cistos de Naboth não possuem influência e relação alguma com a gravidez, não resultam em infertilidade, não dificulta a fertilidade e muito menos causa qualquer tipo de problema durante a gestação.

Para evitar sustos é necessário que as mulheres entendam que por esses cistos, normalmente, serem muito pequenos e benignos a perspectiva para eles é positiva e que eles não apresentam risco algum para a saúde feminina.

A tosse na gravidez, por incrível que pareça, é um incomodo que pode ocorrer normalmente durante a gestação onde a mulher se encontra mais vulnerável devido às alterações hormonais que sofre com certa frequência.

É claro que por mais que uma tosse possa não apresentar indícios de problemas maiores, há uma preocupação se a mesma pode prejudicar o bebê que também é frágil. Porém a tosse na gravidez não prejudica o bebê, só acomete mesmo a mão que fica mais exposta.

A mamãe pode evitar tomando alguns cuidados básicos e simples como se verá ao longo deste artigo.

Tosse na Gravidez: Como Tratar?

Tosse na Gravidez

Geralmente provocada por gripe ou resfriados é importante que a gestante não se exponha a riscos. Para isso deve evitar ficar muito tempo em lugares fechados e com muitas pessoas para que não haja possíveis transmissões de vírus e bactérias.

  1. Beba sempre bastante água para hidratar o organismo e limpá-lo;
  2. Crie o hábito de consumir o maior número e variedade de frutas, verduras e legumes que possuem forte ação oxidante e aumentam a imunidade do corpo;
  3. Procure diminuir e controlar o estresse, ansiedade e agitação e não abrir mão do descanso;

Se tiver problema de refluxo, atente-se a possibilidade do aumento de compressão do estômago principalmente na ultima fase da gravidez que pode ocasionar a tosse seca;
Se possuir alergias, problema de asma ou faz uso do tabagismo que são verdadeiros estimulantes.

Tipos de tosse na gravidez: Alérgica

Tosse na Gravidez

São conhecidas dois tipos: a chamada produtiva e  a não-produtiva. A primeira acontece quando o organismo busca expulsar o muco ou secreções acumuladas devido à inflamação das vias áreas. Este tipo de tosse é de comum de ocorrer quando o organismo passa a se recuperar de um resfriado ou gripe.

Já na tosse há uma irritação nas vias respiratórias e o muco continua preso nelas. Este tipo de tosse é comum em casos de asma, rinite e em alergias.

Tosse na Gravidez faz mal?

Mesmo que existam vários medicamentos adequados e eficazes no combate da tosse, a gestante não deve tomar, exceto se for prescrito pelo seu próprio medico. Ainda que a tosse não prejudique o bebê, os medicamentos poderão agir de forma negativa para ele. Tome cuidado e evite ao máximo principalmente no inicio da gravidez, cuja ação dos medicamentos poderá afetar o feto.

Caso você se sinta bastante irritada com as tosses constantes poderá fazer a inalação com o uso de soro fisiológico e mais um chá de mel com limão que acalmam e relaxam as vias respiratórias. Poderá também optar por receitas naturais que possuem efeitos medicinais com os chás e/ou xaropes. Os melhores remédios contam com cebola, mel e agrião.

Outro produto que possui ação expectorante e anti-inflamatória é o Gengibre também muito utilizado para o tratamento de gripe já que ele auxilia a expelir a expulsão do catarro. A laranja que é rica em vitamina c e auxilia no combate as infecções e defesas do organismo.

  • Considerações Finais

A tosse é um tipo de espasmo que contrai os músculos do corpo. Agora se ela é seca, forte e ocorre com frequência poderá, portanto aumentar um pouco a parede do útero e provocar cólica isso sem contar na suspensão momentânea de fornecimento de sangue ao bebê.  Nestes casos é bom recorrer ao auxílio médico para ter uma recomendação segura.

gravidez na adolescenciaA gravidez é uma oportunidade que a mulher possui que faltam palavras para descrever a emoção que ela sente ao saber que carrega em seu ventre uma criança. Mas nem sempre a gravidez acontece em um momento esperado como, por exemplo, durante a adolescência.

A gravidez na adolescência (até os 21 anos de idade) é considerada de risco, pois o corpo da jovem ainda se encontra em fase de desenvolvimento e amadurecimento, ou seja, ela não está preparada para gerar uma nova vida.

Quando uma gravidez ocorre na adolescência os cuidados devem ser redobrados e é importante que a jovem receba todo o carinho e atenção do namorado, da família e de seus amigos. Veja a partir de agora quais são os riscos que circundam uma gravidez na adolescência.

gravidez na adolescencia

Quais são os riscos de uma gravidez na adolescência?

Os riscos envolvem tanto a saúde da adolescente quanto do bebê, sendo que os mais comuns são os seguintes:

  1. Baixo peso do bebê → Tal problema pode ocorrer devido à dificuldade que uma adolescente possui em adquirir uma quantidade adequada de peso que geralmente a gestante adulta ganha.
    Desta forma, as chances da criança nascer com peso inferior ao padrão normal de 3,5 quilos são maiores.
    Além do mais, quando os bebês nascem com baixo peso podem apresentar os seus órgãos subdesenvolvidos e desenvolver problemas como, por exemplo, complicações intestinais, síndrome da angústia respiratória e até perda de visão.
  2. Chances maiores de eclâmpsia e a pré-eclâmpsia → São complicações que uma gestante está sujeita durante o período de gravidez e no momento do parto. São problemas sérios que podem provocar complicações de saúde, principalmente na criança como lesões em órgãos como os rins, cérebro, fígado e pulmões. Um dos sinais que indicam a possibilidade de ocorrência desse problema é quando a gestante sofre com a hipertensão arterial.
  3. Aumento do risco de depressão pós-parto e de rejeição do bebê → A depressão pós-parto é um problema que pode ocorrer em qualquer gestação, mas quando se trata de uma gravidez na adolescência a possibilidade é maior. Vários são os fatores que podem motivar esse problema psicológico como, por exemplo, a dificuldade de aceitação social por parte da jovem mãe, o medo de rejeição do namorado, dificuldades econômicas e não aceitação do novo corpo.
  4. Maiores chances de ocorrência de parto prematuro → Como já foi dito, o corpo da adolescente não está preparado para comportar o desenvolvimento de um feto. E se a menina tiver uma altura inferior a 1,60 cm poderá ter um quadril pequeno e isso pode ocasionar o aumento das chances de um trabalho de parto prematuro, onde o bebê corre o risco de nascer bem pequeno devido ao atraso do crescimento intrauterino.
  5. Possibilidade de abortos espontâneos → Os riscos de ocorrência de abortos espontâneos são grandes, pois o bebê possui maiores dificuldades de desenvolvimento por estar em um ventre de uma mãe adolescente. Ela deve ser orientada a não realizar grandes esforços como atividades físicas mais intensas e evitar o consumo de bebidas alcoólicas, drogas e cigarros.

gravidez na adolescencia

Gravidez na Adolescência: Como evitar?

A melhor alternativa é sempre a prevenção. Toda adolescente deve ser orientada sobre os perigos de uma vida sexual sem cuidados. Lembre-se que a saúde é um bem valioso!

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Na gravidez são frequentes vários sintomas de problemas estomacais. Um dos mais recorrentes é azia na gravidez. O mesmo é originado na maioria das vezes pelas várias alterações hormonais e físicas no corpo da mulher.

Saber o que ingerir no momento das refeições é um dos principais passos para não desenvolver este mal durante sua gravidez, assim como saber aliviar os sintomas. Mas ainda assim está com com azia na gravidez? Abaixo daremos dicas e recomendações para sanar este mal.

Azias são normais durante a Gravidez, do primeiro ao último mês.
Azias são normais durante a Gravidez, do primeiro ao último mês.

Causas da Azia na Gravidez

A azia na gravidez é ocasionada, principalmente, pelas mudanças hormonais e físicas que estão acontecendo na vida da gestante. Nesta fase, a digestão de alimentos sólidos e líquidos fica mais lenta que o normal, devido ao aumento hormonal e a presença de mais gases estômago, fazendo com que ocorra um refluxo do bolo alimentar, carregado de ácido para a região da garganta. Portanto, caso tenha azia na gravidez não fique atordoada, é normal que isto aconteça.

Sintomas da Azia na Gravidez

A azia possui sintomas bem populares e frequentes na vida de uma pessoa, assim como bem característicos. O paciente com azia sofre de má digestão e também queimação na área do esôfago e garganta.

Recomendações de Azia na Gravidez

Existem várias recomendações caso não queira ter azia na gravidez desenvolvida por vários especialistas nessa área. Muitas vezes a grávida já pode está com azia antes da refeição. Nesses casos é indicado comer frutas cozidas e legumes.

É recomendado para não ter azia, portanto:

– Não se deitar após comer;

– Evitar exposição ao cigarro e, principalmente, não fumar;

– Beber apenas água ou outros tipos de líquidos entre as refeições;

– Comer apenas pequenas porções;

– Para facilitar a digestão, mastigar correta e vagarosamente todos os alimentos;

– Aumentar o consumo de frutas, como manga, pêssego maduro, mamão, uvas, bananas, manga e pera;

– Evitar ou beber pouca quantidade de sucos, pois a água misturada açúcar presente pode aumentar a intensidade da azia;

– Alimentos com alto teor de gordura;

– Restringir-se a alimentos como nozes, café, chocolate, refrigerantes, sucos industrializados, cerveja, maionese, molho de tomate, mostarda, entre outros.

Tratamentos naturais ainda são os mais indicados para Azia durante Gravidez.
Tratamentos naturais ainda são os mais indicados para Azia durante Gravidez.

Remédios para azia na gravidez

Hoje em dia têm-se muitos remédios especificados para azia na gravidez, portanto a grávida só poderá passar muito tempo com azia se quiser ou os medicamentos não surtirem o efeito desejado.

Geralmente, os médicos e profissionais da área indicam medicamentos à base de cálcio ou magnésio para este tipo de azia. Os remédios mais indicados para isto são as pastilhas de magnésia bisurada, assim também como o famoso Milanta Plus. É importante que não haja uma automedicação. É indicado a procura de um profissional como um obstetra pois qualquer medicamento neste período pode fazer mal ao feto.

Nessa fase é recomendado que utilize sempre remédios caseiros ou naturais como, por exemplo, comer uma maçã sem casca no momento da queimação e azia. Isto fará com que ela desloque o conteúdo ácido do esôfago para a área estomacal, diminuindo drasticamente assim a sensação de azia.

Outra dica bem legal é comer duas bolachas de água e sal ou também um pedaço de pão, pois os mesmo tem a eficiência de absorver o ácido estomacal, reduzindo a queimação característica desse mal.

Está com alguma dúvida sobre azia na gravidez? Diga-nos na área de comentários!

Saiba mais sobre azia na gravidez — A gravidez é um período muito especial na vida de uma mulher. É uma grande transformação em todos os sentidos – psicológico e físico.

Durante o período de gestação, o corpo da mulher passa por constantes transformações e por isso ela sente muitos desconfortos.

Um incômodo bastante comum, na gravidez, é a azia que nada mais é do que uma queimação ou ardência que surge na parte superior do abdômen e continua até o esôfago e garganta. Esse desconforto faz com se tenha a sensação de que essa queimação, ao subir, se torna mais intensa e que, a qualquer momento, sairá pela boca. Azia na gravidez: O que fazer para acabar com este mal estar?   A azia é um tipo de mal estar que pode ser evitado em qualquer tipo de situação, ou seja, você pode se prevenir dessa acidez. Como isso é possível? Acompanhe-me até o final deste artigo que você saberá como é simples e fácil.

O que é a azia?

A azia é uma sensação de queimação que se origina na parte de trás do esterno, o qual está localizado na região anterior do tórax.

Essa sensação geralmente provoca uma dor que sobe pelo peito e chega até o pescoço e a garganta. A azia é provocada pelo refluxo de acido gástrico que é responsável pela digestão dos alimentos.

Esse refluxo é causado pelo mau funcionamento do esfíncter que é uma espécie de válvula que se abre para que o alimento passe do esôfago para o estômago e, depois deve se fechar para que esse mesmo alimento e o suco gástrico possam ser retidos.

Se o fechamento não for feito corretamente acontece o movimento de refluxo, o qual é direcionado para o esôfago. Como houve o inicio de uma digestão, o esôfago se irrita e o resultado é a desagradável azia. Se ela já é ruim quando se está de pé é pior ainda quando se está deitado ou mesmo com o corpo inclinado.

Como evitar a azia?

Uma das principais causas de azia é devido à má alimentação, ou seja, uma dieta balanceada só traz benefícios e evita problemas como este. Dessa forma, tenha cuidado com certos alimentos que podem provocar o surgimento desse mal estar como os seguintes:

  • Café;
  • Chocolate;
  • Frituras;
  • Refrigerantes;
  • Molho de tomate;
  • Vinagre e,
  • Álcool.

Esses alimentos são verdadeiros vilões e, no caso de uma gravidez, devem ser evitados ao máximo. Por outro lado, você pode aumentar o consumo de alimentos que são saudáveis como é o caso de frutas, verduras e legumes.

Procure ingerir também fibras que são um verdadeiro aliado do intestino e sistema digestivo para afastar a possibilidade de surgimento deste problema.

Outra dica importante é evitar vestir roupas muito apertadas principalmente se elas forçam a região da barriga. As possíveis compressões, nesta área, auxiliam no aumento de azia.

Agora, também é possível fazer o uso de determinados medicamentos como a seguir. Azia na gravidez: O que fazer para acabar com este mal estar?

Como combater a azia? Azia tem Cura?

Todo e qualquer medicamento só deve ser consumido sob a orientação médica e no caso de gravidez os cuidados devem ser redobrados.

Dependendo do caso, o profissional pode indicar medicamento para aliviar o problema da azia. Se o seu médico não indicar nenhum medicamento não deverá tomar por conta própria.

O medicamento que normalmente é indicado é o Omeprazol mas existem casos que poderá ser indicado o uso de Ranitidina.

Caso a azia continue a incomodar, o melhor a se fazer é tomar um chá natural de camomila ou erva doce, mas nunca o chá preto que tem a mesma ação do café, ou seja, aumenta os casos de azia.

E você, já sofreu ou ainda sofre com azia? Compartilhe abaixo a sua experiência. Até mais!

Atualmente, uma das doenças que mais afeta os brasileiros é a azia. Dentre as causas, a principal é o estresse seguido por uma alimentação desregulada. A azia nas mulheres também pode ser um sinal de gravidez. Para aliviar esse mal, muitos medicamentos são usados mas neste artigo falaremos exclusivamente de um deles: o omeprazol. Para saber mais sobre omeprazol na gravidez leia até o final.

Uma explicação para este sintoma de azia é muito vasta, mas a principal causa dá-se a respeito das recorrentes alterações hormonais e físicas no corpo da mulher grávida. Além também do resultado do aumento do útero que ocasionalmente pressiona o intestino e estômago, fazendo com que volte o suco gástrico para o esófago.

 

omeprazol na gravidez
Como tomar Omeprazol na Gravidez? Veja bula, indicações, contra-indicações.

Omeprazol Bula

Trata-se de um medicamento produzido por diversos laboratórios, muitas vezes de forma genérica. Sendo que são dispostos ao público em formato de cápsulas gastro-resistentes com dosagens de 10, 20 ou 40 miligramas, sendo em embalagens com 7, 14, 28, 56 ou até mesmo 60 comprimidos.

O omeprazol na gravidez são feito para serem gastro-resistente, pois o mesmo pode sofrer alterações na presença do ácido gástrico. Com essa formulação, o medicamento consegue tamanha eficácia.

Efeitos Colaterais do Omeprazol (Na gravidez e fora)

Embora não apresente efeitos colaterais extremamente fortes e não frequentes, o omeprazol pode ocasionar náuseas, flatulência, diarreia transitória, sonolência, fraqueza, insônia, rash cutâneo, dor muscular, gastroenterite e também vômitos.

Quando o tratamento é feito por um longo período com este tipo de medicação pode haver o aparecimento de cistos glandulares gástricos benignos com intensidade leve e reversíveis após a conclusão ou parada do tratamento.

Indicações do Omeprazol

O omeprazol é um remédio indicado para o tratamento de vários problemas como úlcera duodenal, esofagite de refluxo, úlcera gástrica e síndrome de Zollinger-Ellison.

Com o objetivo de evitar o agravamento do quadro clínico do paciente, o omeprazol também pode ser usado juntamente com antibióticos para cura da úlcera péptica.

Preço do Omeprazol

O omeprazol é um medicamento no qual a venda é apenas realizada sob porte da prescrição médica. Portanto, não vai ser fácil conseguir compra-lo sem nenhum tipo de documento.

Os preços do omeprazol variam muito de acordo com farmácia e fabricante. Existem várias opções de omeprazol: os genéricos e os fabricado pela PharmaCheck, Genfar e EMS.

Está com alguma dúvida sobre omeprazol na gravidez? Diga-nos na área de comentários para que possamos solucionar seus problemas o mais rápido possível.

Omeprazol na Gravidez – Como tomar? Pode?

A gravidez é um dos momentos únicos na vida feminina, pois trata-se de uma fase de longas descobertas e transformações, além também de um grande amadurecimento. Apesar disto, a gravidez traz consigo também diversos sintomas que incomodam bastante algumas mulheres.

Como disse acima, geralmente às mulheres que tem azia na gravidez tomam um medicamento chamado omeprazol. Embora a medicação na gravidez não seja muito recomendada, este é o que mais faz sucesso entre as mulheres gravidas quando possui aquela sensação de azia e queimação na região da garganta.

omeprazol na gravidez pode? Veja como tomar
Omeprazol na Gravidez pode? Confira no nosso artigo.

O omeprazol pertence a categoria de risco na gravidez de letra C, portanto não deve ser ingerido por mulheres grávidas sem orientação médica, embora não haja estudos que comprovem os riscos de seu uso durante o período de gravidez.

DIPIRONA durante a gravidez pode fazer mal? – Essa é uma das dúvidas mais comuns dentre as gestantes. O remédio que é analgésico, antitérmico e antipirético, costuma ser receitado para o tratamento de dor e febre, atuando no organismo com certa eficácia.
Abaixo mostraremos alguns motivos que farão a diferença quando pensar em tomar dipirona na gravidez.

A dipirona, também chamada de Novalgina, Anador, Baralgin, Magnopyrol e Nofebrin, é um medicamento bastante comum que é comercializado sem necessidade de receita médica, e em diferentes formatos, como comprimido, gotas, solução injetável e supositório.

Posso tomar dipirona durante a gestação?

Como muitos outros remédios, a dipirona é contra indicada durante a gestação e a contra indicação se prolonga ao período de amamentação. Os riscos que se corre ingerindo o medicamento são maiores nos primeiros três meses, onde o embrião está começando a se formar e se encontra bastante frágil.

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O uso da dipirona é considerado restrito pois pode afetar bastante o desenvolvimento do embrião.

O uso da dipirona é contra indicado pois certos compostos químicos presentes em sua fórmula podem causar sérios danos ao feto. Um exemplo desses danos é a possível deficiência funcional e retardo no crescimento/desenvolvimento.

Alguns médicos alegam que a dipirona pode ser prescrita a partir do segundo trimestre de gravidez sendo necessária uma análise prévia da mãe para verificar se o bebê encontra-se em situação de risco.

Nos últimos três meses de gravidez, a dipirona monoidratada não pode ser administrada de forma alguma pela gestante. Embora o efeito do medicamento seja fraco, ele pode prejudicar a síntese de prostaglandina, contribuir com o fechamento prematuro do ducto arterial e gerar uma série de complicações perinatais.

A lactação é considerada um período muito frágil na vida de mãe e filho, por isso o uso da dipirona também pode representar uma ameaça. Se a mulher precisar realmente consumir o remédio, ela deve aguardar um período de 48 horas para amamentar o seu filho.

Se a grávida apresentar dores e febres, ela pode minimizar os sintomas consumindo paracetamol. No entanto, é fundamental que haja prescrição médica. Uma forma alternativa de aliviar o problema é através da acupuntura.

Saiba mais sobre os remédios na gravidez

Durante a gravidez, a mulher jamais pode consumir remédios por conta própria. Ela deve consultar o médico responsável pelo pré-natal para

Dipirona Sódica e Monoidratada - Ambas proibidas durante a gestação.
Dipirona Sódica e Monoidratada – Ambas proibidas durante a gestação.

descobrir se o fármaco não oferece risco a sua saúde e a do bebê.

O uso de medicamentos de forma indiscriminada durante a gestação é extremamente perigoso, bem como as formulações à base de plantas (fitoterápicos) ou chás curativos.

Se a gestante apresenta algum problema de saúde e administra medicamentos no seu dia-a-dia, ela precisa informar o médico sobre isso. Algumas drogas são imprescindíveis porque fazem parte do tratamento de doenças, como é o caso dos remédios para hipertensão e epilepsia.

A dipirona é um medicamento bem comum e, com certeza, em algum momento da sua vida você já deve ter feito uso do mesmo. O remédio de caráter analgésico, antipirético e antitérmico é utilizado para o combate de febre e dores de uma forma geral, com destaque para a dor de cabeça. Grande parte desses incômodos são ocasionados por conta de resfriados e gripes em geral.

Dipirona Bula – Indicação

A bula da dipirona, também conhecida como Novalgina, informa que o remédio é indicado para pacientes com febres e dores em geral. Geralmente ela é recomendada para dores de cabeça e outras que costumam se originar de resfriados ou gripes.

Contraindicações da Dipirona Bula

Por se tratar de um medicamento analgésico, a dipirona pode ser consumida por quase todos os públicos. Porém, ele é contraindicado em casos de gestação, amamentação, ou então para pacientes que têm alergia à dipirona ou outras substâncias da fórmula.

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Além disso, indivíduos que desenvolvem broncoespasmo ou demais reações de caráter anafilática com outros remédios analgésicos, como paracetamol ou Ibuprofeno, por exemplo, não devem também realizar tratamentos com a dipirona.

Diferenças entre Dipirona Sódica e Monoidratada?

Não há diferenças entre os dois tipos de Dipirona. A dipirona sódica simplesmente ganhou um novo nome: Dipirona Monoidratada. Sendo assim, não há nenhuma alteração na fórmula do medicamento, que só teve seu nome modificado por uma determinação da ANVISA.

Por conta disso, nos dias de hoje já não é possível encontrar à venda a dipirona sódica, mas unicamente pelo fato de que ela se tornou a monoidratada sem alteração alguma em sua composição.

Diferentes modos de uso – Como tomar dipirona? Veja Posologia

O consumo da dipirona para o combate de dores e febre pode ser feito de diferenciadas formas, sendo as mais comuns o uso oral e retal.

Uso da Dipirona oral

A dipirona em sua solução oral é indicada para os adolescentes e adultos com mais de 15 anos, com até quatro doses diárias de 500 a até 750 mg em cada uma das doses.

O medicamento também é indicado para as crianças, também quatro vezes ao dia. A única diferença se refere na quantidade: a cada quilo da criança, 10 mg devem ser aplicados. Por isso, se a criança tem 20 quilos, por exemplo, deverá tomar 200 mg. Porém, crianças com idade inferior a três anos ou com menos de cinco quilos não podem fazer o tratamento com essa medicação.

Uso retal da dipirona

Já no que diz respeito ao uso retal os adolescentes e adultos com mais de 15 anos podem fazer o consumo de um supositório de 1 g três vezes por dia.

Já as crianças podem se medicar com 1 supositório de até 300 mg, no máximo quatro vezes por dia.

Contraindicação: nesse caso, as crianças com idade inferior a quatro anos não devem receber esse tipo de medicação.

Durante as primeiras vinte semanas da gestação, a mulher deverá executar suas tarefas com cuidado, fazendo somente aqueles esforços que são realmente necessários. Caso contrário, poderá sofrer um aborto espontâneo. A verdade é que muitas mulheres não têm o conhecimento necessário dos sintomas de um aborto espontâneo e muitas vezes ignoram que seu corpo está alertando, através de sintomas, o que poderá a acontecer.

Alguns cuidados da parte da mulher podem evitar que este episódio tão triste e desagradável aconteça.

Realizar consultas regulares com um especialista desde que a mulher descobre a gravidez também pode impedir que o aborto espontâneo aconteça.

Sintomas do Aborto Espontâneo

Entre os principais sintomas que indicam aborto espontâneo, pode-se destacar:

  • Febre;
  • Calafrios constantes;
  • Corrimento vaginal com presença de odor forte;
  • Sangramentos vaginais, dor abdominal intensa;
  • Perda de líquidos pela vagina, perda de coágulos de sangue pela vagina;
  • Dor de cabeça constante e intensa;
  • Ausência de movimentos fetais por mais de 4 horas.

As mulheres que sentirem qualquer um desses sintomas devem ir imediatamente ao hospital mais próximo a elas.

SAIBA IDENTIFICAR OS SINTOMAS QUE INDICAM O ABORTO ESPONTÂNEO

Aborto Espontâneo: Causas

O aborto espontâneo pode ocorrer por diversos motivos, dentre eles estão:

  • Má formação fetal;
  • Excesso no consumo de tabagismo e de bebidas alcoólicas;
  • Uso de substâncias ilícitas;
  • Infecções;
  • Doenças como diabetes e hipertensão;
  • Traumatismo abdominal;
  • Idade avançada da mulher.

Na lista acima estão os motivos mais comuns que causam aborto espontâneo. Excesso de peso e baixo peso, alterações hormonais, apesar de serem menos comuns, também podem causar aborto espontâneo.

Aborto Espontâneo: Prevenção

Não são muitas as maneiras de evitar que o aborto espontâneo ocorra. Os maiores motivos que influenciam um aborto espontâneo a acontecer, estão no âmbito de anormalidades cromossômicas, o que é fora do controle da mulher.

A prevenção que a mulher pode tomar para impedir que este fato desagradável aconteça é levar a vida de um modo saudável. É recomendado por especialistas, que a mulher durante a gravidez consiga:

  • Manter o peso ideal;
  • Não se expor a radiação e a produtos químicos;
  • Ter uma alimentação balanceada e saudável;
  • Permanecer longe de bebidas alcoólicas, cigarros e drogas ilícitas
  • Tomar ácido fólico.

SAIBA IDENTIFICAR OS SINTOMAS QUE INDICAM O ABORTO ESPONTÂNEO

Caso a mulher sofra um aborto espontâneo, deverá passar por um tratamento, para impedir que ocorram hemorragias e infecções que possam prejudicar mais ainda sua saúde.

O tratamento serve para verificar se há vestígios do embrião dentro do útero. Se houver, o médico irá fazer um procedimento de curetagem na mulher. Remédios que promovam um parto poderão ser receitados. Em última estância, uma cirurgia para a retirada do feto é feita. O tipo do tratamento depende do estado de saúde da mulher.

Para conhecer a sua própria situação de saúde e também situação de saúde do bebê, a mulher deverá agendar o pré-natal com um especialista. O pré-natal evita que episódios desagradáveis como o aborto espontâneo aconteçam.

Além disso, a gravidez deve ter um acompanhamento médico desde seu início até o parto, pois através dos exames rotineiros, o médico poderá perceber que há alguma anormalidade que envolva a saúde da mãe e também a do bebê, e irá tratá-la imediatamente, impedindo que danos maiores ocorram.