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Saiba mais sobre azia na gravidez — A gravidez é um período muito especial na vida de uma mulher. É uma grande transformação em todos os sentidos – psicológico e físico.

Durante o período de gestação, o corpo da mulher passa por constantes transformações e por isso ela sente muitos desconfortos.

Um incômodo bastante comum, na gravidez, é a azia que nada mais é do que uma queimação ou ardência que surge na parte superior do abdômen e continua até o esôfago e garganta. Esse desconforto faz com se tenha a sensação de que essa queimação, ao subir, se torna mais intensa e que, a qualquer momento, sairá pela boca. Azia na gravidez: O que fazer para acabar com este mal estar?   A azia é um tipo de mal estar que pode ser evitado em qualquer tipo de situação, ou seja, você pode se prevenir dessa acidez. Como isso é possível? Acompanhe-me até o final deste artigo que você saberá como é simples e fácil.

O que é a azia?

A azia é uma sensação de queimação que se origina na parte de trás do esterno, o qual está localizado na região anterior do tórax.

Essa sensação geralmente provoca uma dor que sobe pelo peito e chega até o pescoço e a garganta. A azia é provocada pelo refluxo de acido gástrico que é responsável pela digestão dos alimentos.

Esse refluxo é causado pelo mau funcionamento do esfíncter que é uma espécie de válvula que se abre para que o alimento passe do esôfago para o estômago e, depois deve se fechar para que esse mesmo alimento e o suco gástrico possam ser retidos.

Se o fechamento não for feito corretamente acontece o movimento de refluxo, o qual é direcionado para o esôfago. Como houve o inicio de uma digestão, o esôfago se irrita e o resultado é a desagradável azia. Se ela já é ruim quando se está de pé é pior ainda quando se está deitado ou mesmo com o corpo inclinado.

Como evitar a azia?

Uma das principais causas de azia é devido à má alimentação, ou seja, uma dieta balanceada só traz benefícios e evita problemas como este. Dessa forma, tenha cuidado com certos alimentos que podem provocar o surgimento desse mal estar como os seguintes:

  • Café;
  • Chocolate;
  • Frituras;
  • Refrigerantes;
  • Molho de tomate;
  • Vinagre e,
  • Álcool.

Esses alimentos são verdadeiros vilões e, no caso de uma gravidez, devem ser evitados ao máximo. Por outro lado, você pode aumentar o consumo de alimentos que são saudáveis como é o caso de frutas, verduras e legumes.

Procure ingerir também fibras que são um verdadeiro aliado do intestino e sistema digestivo para afastar a possibilidade de surgimento deste problema.

Outra dica importante é evitar vestir roupas muito apertadas principalmente se elas forçam a região da barriga. As possíveis compressões, nesta área, auxiliam no aumento de azia.

Agora, também é possível fazer o uso de determinados medicamentos como a seguir. Azia na gravidez: O que fazer para acabar com este mal estar?

Como combater a azia? Azia tem Cura?

Todo e qualquer medicamento só deve ser consumido sob a orientação médica e no caso de gravidez os cuidados devem ser redobrados.

Dependendo do caso, o profissional pode indicar medicamento para aliviar o problema da azia. Se o seu médico não indicar nenhum medicamento não deverá tomar por conta própria.

O medicamento que normalmente é indicado é o Omeprazol mas existem casos que poderá ser indicado o uso de Ranitidina.

Caso a azia continue a incomodar, o melhor a se fazer é tomar um chá natural de camomila ou erva doce, mas nunca o chá preto que tem a mesma ação do café, ou seja, aumenta os casos de azia.

E você, já sofreu ou ainda sofre com azia? Compartilhe abaixo a sua experiência. Até mais!

Atualmente, uma das doenças que mais afeta os brasileiros é a azia. Dentre as causas, a principal é o estresse seguido por uma alimentação desregulada. A azia nas mulheres também pode ser um sinal de gravidez. Para aliviar esse mal, muitos medicamentos são usados mas neste artigo falaremos exclusivamente de um deles: o omeprazol. Para saber mais sobre omeprazol na gravidez leia até o final.

Uma explicação para este sintoma de azia é muito vasta, mas a principal causa dá-se a respeito das recorrentes alterações hormonais e físicas no corpo da mulher grávida. Além também do resultado do aumento do útero que ocasionalmente pressiona o intestino e estômago, fazendo com que volte o suco gástrico para o esófago.

 

omeprazol na gravidez
Como tomar Omeprazol na Gravidez? Veja bula, indicações, contra-indicações.

Omeprazol Bula

Trata-se de um medicamento produzido por diversos laboratórios, muitas vezes de forma genérica. Sendo que são dispostos ao público em formato de cápsulas gastro-resistentes com dosagens de 10, 20 ou 40 miligramas, sendo em embalagens com 7, 14, 28, 56 ou até mesmo 60 comprimidos.

O omeprazol na gravidez são feito para serem gastro-resistente, pois o mesmo pode sofrer alterações na presença do ácido gástrico. Com essa formulação, o medicamento consegue tamanha eficácia.

Efeitos Colaterais do Omeprazol (Na gravidez e fora)

Embora não apresente efeitos colaterais extremamente fortes e não frequentes, o omeprazol pode ocasionar náuseas, flatulência, diarreia transitória, sonolência, fraqueza, insônia, rash cutâneo, dor muscular, gastroenterite e também vômitos.

Quando o tratamento é feito por um longo período com este tipo de medicação pode haver o aparecimento de cistos glandulares gástricos benignos com intensidade leve e reversíveis após a conclusão ou parada do tratamento.

Indicações do Omeprazol

O omeprazol é um remédio indicado para o tratamento de vários problemas como úlcera duodenal, esofagite de refluxo, úlcera gástrica e síndrome de Zollinger-Ellison.

Com o objetivo de evitar o agravamento do quadro clínico do paciente, o omeprazol também pode ser usado juntamente com antibióticos para cura da úlcera péptica.

Preço do Omeprazol

O omeprazol é um medicamento no qual a venda é apenas realizada sob porte da prescrição médica. Portanto, não vai ser fácil conseguir compra-lo sem nenhum tipo de documento.

Os preços do omeprazol variam muito de acordo com farmácia e fabricante. Existem várias opções de omeprazol: os genéricos e os fabricado pela PharmaCheck, Genfar e EMS.

Está com alguma dúvida sobre omeprazol na gravidez? Diga-nos na área de comentários para que possamos solucionar seus problemas o mais rápido possível.

Omeprazol na Gravidez – Como tomar? Pode?

A gravidez é um dos momentos únicos na vida feminina, pois trata-se de uma fase de longas descobertas e transformações, além também de um grande amadurecimento. Apesar disto, a gravidez traz consigo também diversos sintomas que incomodam bastante algumas mulheres.

Como disse acima, geralmente às mulheres que tem azia na gravidez tomam um medicamento chamado omeprazol. Embora a medicação na gravidez não seja muito recomendada, este é o que mais faz sucesso entre as mulheres gravidas quando possui aquela sensação de azia e queimação na região da garganta.

omeprazol na gravidez pode? Veja como tomar
Omeprazol na Gravidez pode? Confira no nosso artigo.

O omeprazol pertence a categoria de risco na gravidez de letra C, portanto não deve ser ingerido por mulheres grávidas sem orientação médica, embora não haja estudos que comprovem os riscos de seu uso durante o período de gravidez.

DIPIRONA durante a gravidez pode fazer mal? – Essa é uma das dúvidas mais comuns dentre as gestantes. O remédio que é analgésico, antitérmico e antipirético, costuma ser receitado para o tratamento de dor e febre, atuando no organismo com certa eficácia.
Abaixo mostraremos alguns motivos que farão a diferença quando pensar em tomar dipirona na gravidez.

A dipirona, também chamada de Novalgina, Anador, Baralgin, Magnopyrol e Nofebrin, é um medicamento bastante comum que é comercializado sem necessidade de receita médica, e em diferentes formatos, como comprimido, gotas, solução injetável e supositório.

Posso tomar dipirona durante a gestação?

Como muitos outros remédios, a dipirona é contra indicada durante a gestação e a contra indicação se prolonga ao período de amamentação. Os riscos que se corre ingerindo o medicamento são maiores nos primeiros três meses, onde o embrião está começando a se formar e se encontra bastante frágil.

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O uso da dipirona é considerado restrito pois pode afetar bastante o desenvolvimento do embrião.

O uso da dipirona é contra indicado pois certos compostos químicos presentes em sua fórmula podem causar sérios danos ao feto. Um exemplo desses danos é a possível deficiência funcional e retardo no crescimento/desenvolvimento.

Alguns médicos alegam que a dipirona pode ser prescrita a partir do segundo trimestre de gravidez sendo necessária uma análise prévia da mãe para verificar se o bebê encontra-se em situação de risco.

Nos últimos três meses de gravidez, a dipirona monoidratada não pode ser administrada de forma alguma pela gestante. Embora o efeito do medicamento seja fraco, ele pode prejudicar a síntese de prostaglandina, contribuir com o fechamento prematuro do ducto arterial e gerar uma série de complicações perinatais.

A lactação é considerada um período muito frágil na vida de mãe e filho, por isso o uso da dipirona também pode representar uma ameaça. Se a mulher precisar realmente consumir o remédio, ela deve aguardar um período de 48 horas para amamentar o seu filho.

Se a grávida apresentar dores e febres, ela pode minimizar os sintomas consumindo paracetamol. No entanto, é fundamental que haja prescrição médica. Uma forma alternativa de aliviar o problema é através da acupuntura.

Saiba mais sobre os remédios na gravidez

Durante a gravidez, a mulher jamais pode consumir remédios por conta própria. Ela deve consultar o médico responsável pelo pré-natal para

Dipirona Sódica e Monoidratada - Ambas proibidas durante a gestação.
Dipirona Sódica e Monoidratada – Ambas proibidas durante a gestação.

descobrir se o fármaco não oferece risco a sua saúde e a do bebê.

O uso de medicamentos de forma indiscriminada durante a gestação é extremamente perigoso, bem como as formulações à base de plantas (fitoterápicos) ou chás curativos.

Se a gestante apresenta algum problema de saúde e administra medicamentos no seu dia-a-dia, ela precisa informar o médico sobre isso. Algumas drogas são imprescindíveis porque fazem parte do tratamento de doenças, como é o caso dos remédios para hipertensão e epilepsia.

A dipirona é um medicamento bem comum e, com certeza, em algum momento da sua vida você já deve ter feito uso do mesmo. O remédio de caráter analgésico, antipirético e antitérmico é utilizado para o combate de febre e dores de uma forma geral, com destaque para a dor de cabeça. Grande parte desses incômodos são ocasionados por conta de resfriados e gripes em geral.

Dipirona Bula – Indicação

A bula da dipirona, também conhecida como Novalgina, informa que o remédio é indicado para pacientes com febres e dores em geral. Geralmente ela é recomendada para dores de cabeça e outras que costumam se originar de resfriados ou gripes.

Contraindicações da Dipirona Bula

Por se tratar de um medicamento analgésico, a dipirona pode ser consumida por quase todos os públicos. Porém, ele é contraindicado em casos de gestação, amamentação, ou então para pacientes que têm alergia à dipirona ou outras substâncias da fórmula.

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Além disso, indivíduos que desenvolvem broncoespasmo ou demais reações de caráter anafilática com outros remédios analgésicos, como paracetamol ou Ibuprofeno, por exemplo, não devem também realizar tratamentos com a dipirona.

Diferenças entre Dipirona Sódica e Monoidratada?

Não há diferenças entre os dois tipos de Dipirona. A dipirona sódica simplesmente ganhou um novo nome: Dipirona Monoidratada. Sendo assim, não há nenhuma alteração na fórmula do medicamento, que só teve seu nome modificado por uma determinação da ANVISA.

Por conta disso, nos dias de hoje já não é possível encontrar à venda a dipirona sódica, mas unicamente pelo fato de que ela se tornou a monoidratada sem alteração alguma em sua composição.

Diferentes modos de uso – Como tomar dipirona? Veja Posologia

O consumo da dipirona para o combate de dores e febre pode ser feito de diferenciadas formas, sendo as mais comuns o uso oral e retal.

Uso da Dipirona oral

A dipirona em sua solução oral é indicada para os adolescentes e adultos com mais de 15 anos, com até quatro doses diárias de 500 a até 750 mg em cada uma das doses.

O medicamento também é indicado para as crianças, também quatro vezes ao dia. A única diferença se refere na quantidade: a cada quilo da criança, 10 mg devem ser aplicados. Por isso, se a criança tem 20 quilos, por exemplo, deverá tomar 200 mg. Porém, crianças com idade inferior a três anos ou com menos de cinco quilos não podem fazer o tratamento com essa medicação.

Uso retal da dipirona

Já no que diz respeito ao uso retal os adolescentes e adultos com mais de 15 anos podem fazer o consumo de um supositório de 1 g três vezes por dia.

Já as crianças podem se medicar com 1 supositório de até 300 mg, no máximo quatro vezes por dia.

Contraindicação: nesse caso, as crianças com idade inferior a quatro anos não devem receber esse tipo de medicação.

Durante as primeiras vinte semanas da gestação, a mulher deverá executar suas tarefas com cuidado, fazendo somente aqueles esforços que são realmente necessários. Caso contrário, poderá sofrer um aborto espontâneo. A verdade é que muitas mulheres não têm o conhecimento necessário dos sintomas de um aborto espontâneo e muitas vezes ignoram que seu corpo está alertando, através de sintomas, o que poderá a acontecer.

Alguns cuidados da parte da mulher podem evitar que este episódio tão triste e desagradável aconteça.

Realizar consultas regulares com um especialista desde que a mulher descobre a gravidez também pode impedir que o aborto espontâneo aconteça.

Sintomas do Aborto Espontâneo

Entre os principais sintomas que indicam aborto espontâneo, pode-se destacar:

  • Febre;
  • Calafrios constantes;
  • Corrimento vaginal com presença de odor forte;
  • Sangramentos vaginais, dor abdominal intensa;
  • Perda de líquidos pela vagina, perda de coágulos de sangue pela vagina;
  • Dor de cabeça constante e intensa;
  • Ausência de movimentos fetais por mais de 4 horas.

As mulheres que sentirem qualquer um desses sintomas devem ir imediatamente ao hospital mais próximo a elas.

SAIBA IDENTIFICAR OS SINTOMAS QUE INDICAM O ABORTO ESPONTÂNEO

Aborto Espontâneo: Causas

O aborto espontâneo pode ocorrer por diversos motivos, dentre eles estão:

  • Má formação fetal;
  • Excesso no consumo de tabagismo e de bebidas alcoólicas;
  • Uso de substâncias ilícitas;
  • Infecções;
  • Doenças como diabetes e hipertensão;
  • Traumatismo abdominal;
  • Idade avançada da mulher.

Na lista acima estão os motivos mais comuns que causam aborto espontâneo. Excesso de peso e baixo peso, alterações hormonais, apesar de serem menos comuns, também podem causar aborto espontâneo.

Aborto Espontâneo: Prevenção

Não são muitas as maneiras de evitar que o aborto espontâneo ocorra. Os maiores motivos que influenciam um aborto espontâneo a acontecer, estão no âmbito de anormalidades cromossômicas, o que é fora do controle da mulher.

A prevenção que a mulher pode tomar para impedir que este fato desagradável aconteça é levar a vida de um modo saudável. É recomendado por especialistas, que a mulher durante a gravidez consiga:

  • Manter o peso ideal;
  • Não se expor a radiação e a produtos químicos;
  • Ter uma alimentação balanceada e saudável;
  • Permanecer longe de bebidas alcoólicas, cigarros e drogas ilícitas
  • Tomar ácido fólico.

SAIBA IDENTIFICAR OS SINTOMAS QUE INDICAM O ABORTO ESPONTÂNEO

Caso a mulher sofra um aborto espontâneo, deverá passar por um tratamento, para impedir que ocorram hemorragias e infecções que possam prejudicar mais ainda sua saúde.

O tratamento serve para verificar se há vestígios do embrião dentro do útero. Se houver, o médico irá fazer um procedimento de curetagem na mulher. Remédios que promovam um parto poderão ser receitados. Em última estância, uma cirurgia para a retirada do feto é feita. O tipo do tratamento depende do estado de saúde da mulher.

Para conhecer a sua própria situação de saúde e também situação de saúde do bebê, a mulher deverá agendar o pré-natal com um especialista. O pré-natal evita que episódios desagradáveis como o aborto espontâneo aconteçam.

Além disso, a gravidez deve ter um acompanhamento médico desde seu início até o parto, pois através dos exames rotineiros, o médico poderá perceber que há alguma anormalidade que envolva a saúde da mãe e também a do bebê, e irá tratá-la imediatamente, impedindo que danos maiores ocorram.

O mofo é desagradável não só visualmente pois o mesmo possui cheiro ruim e causa o surgimento ou desenvolvimento de variados problemas de saúde devido à proliferação de fungos que são provenientes do acúmulo dos bolores e da umidade.

O mofo pode surgir nas paredes, no chão (se, por exemplo, houver piso de madeira), nos móveis, roupas e até nos alimentos.

Quando uma pessoa ou animal se aproxima de um local com mofo acaba espirrando. Mas se ficasse por aí tudo bem, só que pode fazer aparecer 5 doenças, as quais você conhecerá nos próximos parágrafos. Continue comigo.

Doenças causadas pelo Mofo

Confira abaixo a lista de doenças causadas pelo mofo:

  1. Asma Alérgica

É uma das doenças respiratórias crônicas mais conhecidas. As vias aéreas de um indivíduo são obstruídas devido a um processo inflamatório. Além da tosse, pode sentir fadiga, falta de ar, sufoco e dor ou pressão no peito.

Além do mofo, outros fatores que podem provocar uma crise de asma são: os ácaros (presente em cortinas, colchões e travesseiros), poeira, pelos de animais e cheiros fortes no ambiente. É importante que o local seja bem arejado e tome sol durante uma parte do dia.

  1. Sinusite fúngica

Como o próprio nome indica é um tipo de sinusite provocada pela ação de fungos que se alojam na cavidade nasal causando inflamação. A sinusite provoca dor na face, dificuldade para respirar, secreção, congestão nasal, dor de cabeça, mau hálito e até diminuição da capacidade de sentir o cheiro das coisas.

Quando acontece uma crise de sinusite o procedimento caseiro que mais auxilia no alívio dos sintomas é a nebulização com óleos essenciais como o de eucalipto que ajuda a desobstruir justamente a cavidade nasal afetada e promove o alívio das dores.

Os perigos do mofo para a saúde: Veja as 5 maiores ameaças

  1. Aspergilose broncopulmonar alérgica

Também conhecida pela sigla (ABPA) é considerada um tipo de asma rara. Pessoas que sofrem com outros tipos de asmas ou fibrose cística são mais suscetíveis a este tipo de alergia que é provocada pelo fungo Aspergillus fumigatus, o qual pode ser encontrado tanto no chão, como na poeira e na água.

Os seus principais sintomas são: febre baixa, chiado no peito, falta de ar e tosse com muco, cujas manchas são acastanhadas.

  1. Micose broncopulmonar alérgica

Também conhecida pela sigla (MBA) que é causado pela ação dos fungos Candida albicans e Aspergillus terréus. Os seus sintomas são semelhantes à de uma gripe, e por isso geralmente nem sempre o diagnóstico é realizado imediatamente, mas quando feito o tratamento gera resultados satisfatórios.

Quando se percebe que não se trata de uma gripe é comum observar certa preocupação com a possibilidade de que seja uma pneumonia devido aos seguintes sintomas: febre baixa, tosse e dores no corpo (como nas costas e região do peito).

  1. Síndrome do Edifício doente

É causada por possíveis falhas na ventilação, no sistema de ar condicionado ou no sistema de aquecimento provocando o surgimento de mofo nas paredes, móveis e carpetes de ambientes como prédios públicos, condomínios e escritórios.

Dentre os principais sintomas causados estão: tosse, coriza constante, dificuldade para respirar e coceira nos olhos.

Os perigos do mofo para a saúde: Veja as 5 maiores ameaçasDentre os principais sintomas causados estão: tosse, coriza constante, dificuldade para respirar e coceira nos olhos.

Mofo: Como evitar e resolver?

Algumas ações simples podem auxiliar no combate ao mofo como, por exemplo: deixar janelas e portas abertas (para aumentar a ventilação), expor roupas e cobertores ao sol e deixar as estantes abertas. Lembre-se que os grandes aliados do mofo são: a umidade e a falta de ventilação, ok? Curta e compartilhe esse artigo nas suas redes sociais. Até!

A menstruação obedece ao chamado “ciclo” que geralmente duram 28 dias, cuja previsão para uma nova ocorrência só é possível de ser realizada quando a mulher tem um ciclo com uma duração fixa e a menstruação costuma vir sempre na mesma data. Mas, se está desregulada não tem como saber quando vai descer novamente.

A menstruação é irregular quando não obedece a um padrão mensal do seu ciclo, ou seja, a mulher não menstrua todo mês, sendo assim, aquelas que sofrem com essa irregularidade têm mais dificuldades para engravidar, pois como nunca sabem quando realmente vão menstruar, logo não conseguem definir com exatidão o chamado período fértil.

Menstruação Atrasada: Causas

Os médicos apontam que os sintomas mais comuns são:

  • Mau funcionamento hormonal;
  • Exercícios físicos em excesso;
  • Alguns remédios – como os utilizados para emagrecer ou os ansiolíticos -;
  • Injeção de determinados tipos de hormônios para ganhar massa muscular;
  • Traumas emocionais (que pode ser, por exemplo, fim de um relacionamento) ou depressões;
  • Emagrecimento muito rápido.

E se você está com problemas relacionados ao atraso de sua menstruação e deseja resolver o quanto antes, me siga pelos próximos parágrafos que irei te mostrar por meio de dicas simples como você pode acabar com este incômodo, fazer suas previsões e descobrir o seu período fértil. Confira!

Chá de Arruda para menstruação descer

Como fazer a menstruação descer? Dicas que funcionam!

Os chás são remédios caseiros eficazes para estimular a descida da menstruação. A arruda é uma boa aliada, porém é importante te alertar que ela é tóxica, e por isso pode provocar reações alérgicas e até aborto.

O chá deve ser feito da seguinte forma:

Ferva 250 ml de água e depois coloque 1 colher de chá da folha. E para garantir os efeitos, beba o chá bem quente.

Chá de Sálvia para menstruação descer

Como fazer a menstruação descer? Dicas que funcionam!

E por falar em chá outra boa opção para dar “aquela forcinha” na descida da sua menstruação é o chá de Sálvia. Assim como o de arruda você deve fazer um chá e beber duas vezes ao dia, sendo um pela manhã e outro antes de dormir.

Pause o anticoncepcional!

Como se sabe, o uso do anticoncepcional deve ser feito somente com prescrição médica, pois o especialista te indicará qual é o mais apropriado ao seu organismo. Mas, a pílula também pode ser a culpada do seu atraso menstrual.

Assim sendo, procure descansar o seu corpo do remédio entre o segundo e o quarto dia da pausa e observe a reação do seu organismo. Só não se esqueça de retomar o uso do anticoncepcional após este período.

Estresse atrasa menstruação

O estresse é um vilão a saúde física e mental. E se você constantemente se vê submetida a situações de grande tensão saiba que o seu corpo pode estar sentindo esses efeitos negativos. Para combater o estresse (e situações inevitáveis) você precisará de uma espécie de válvula de escape como, por exemplo, uma atividade prazerosa que pode ser uma dança ou a prática de um esporte. Crie novos hábitos e veja os resultados.

As dicas apresentadas neste artigo já foram feitas por muitas mulheres que resolveram o problema. Agora é a sua vez. Siga-as e compartilhe conosco a sua experiência. Aproveite e deixe a sua curtida no botão abaixo.

O HPV é a sigla para Papiloma Vírus Humano que já atingiu milhares de brasileiros, principalmente adolescentes e jovens. É considerada uma doença sexualmente transmissível, cujo contágio pode ser ocasionado por meio de lesões encontradas na pele, inclusive nas mucosas da região íntima onde se reproduz facilmente, prolifera e causa o surgimento de verrugas.

A principal dúvida da população em geral é se o HPV tem cura definitiva ou, se uma vez contraído o vírus o paciente só poderá amenizar os seus efeitos através de um tratamento específico que será realizado para o seu devido controle.

Neste artigo, você encontrará a resposta para essa e outras questões relacionadas ao problema do HPV, o qual pode ser prevenido. Veja a seguir o que é o HPV e qual o melhor tratamento a ser realizado para o seu combate.

O que é o HPV?

HPV tem cura definitiva? Conheça melhor o tratamento

O HPV ou VPH (no inglês) é um tipo de vírus que possui cerca de 200 variações diferentes, sendo que a maioria é benigna. É uma doença contagiosa que tem como maior forma de propagação o contato íntimo sem as devidas precauções como, por exemplo, o uso de preservativos para a realização do sexo ou o contato físico direto entre a pele sadia e a pele lesionada. Além do sexo, o HPV também pode ser transmitido através do parto.

De acordo com levantamentos científicos realizados, alguns tipos de variações (ou mutações) do vírus já são conhecidos como é o caso dos números 1, 2 e 4 que provocam o surgimento das chamadas verrugas plantares e vulgares que infectam o corpo através do contato direto com o sangue; e os de números 6, 16, 18 e 35 que ocasionam o aparecimento de verrugas genitais que rapidamente se proliferam e são responsáveis por estimular o desenvolvimento  do câncer nas regiões do útero, ânus e pênis.

O HPV tem cura?

O HPV tem cura definitiva, mas para isso é necessário contar com o auxilio do sistema imunológico do paciente. Como se sabe, o sistema imunológico é uma espécie de “pelotão de força” que ao perceber o sinal e presença de qualquer elemento estranho no corpo entra em ação para combatê-lo.

Desta forma, é importante que o tratamento seja realizado corretamente para que as verrugas sejam eliminadas e consequentemente o vírus torna-se fraco o suficiente para que o sistema imunológico aja e o expulse do organismo.

Tratamento para o HPV

HPV tem cura definitiva? Conheça melhor o tratamento

Existem dois tipos de tratamentos para o vírus, a saber: por meio de medicamento e através de cirurgia. O primeiro é feito por meio oral como forma de combate as verrugas genitais, vulgares e plantares.

Os medicamentos utilizados são produzidos a base de nitrogênio líquido, substâncias ácidas e pomada para a remoção de verrugas, principalmente aquelas alojadas na região genital que precisam ser tratadas em caráter de urgência. Por outro lado, as verrugas localizadas em áreas como, por exemplo, barriga, braço e costas recebem o tratamento opcional, ou seja, você escolhe se deseja fazer ou não.

Já a cirurgia é indicada para os casos graves, onde se utiliza o laser para se eliminar as verrugas que é bastante eficaz tanto para os homens quanto para as mulheres. Para saber qual é o tratamento mais indicado para o seu caso é recomendável consultar o seu médico e seguir todas as suas orientações.

Espero que este artigo tenha te ajudado. Que tal me ajudar com o seu compartilhamento para que ele chegue ao maior número de pessoas possíveis? Até o próximo post!

 

Hoje em dia, várias mulheres possuem problemas relacionados à infertilidade. Estes problemas podem ser genéticos ou também desenvolvidos com o passar do tempo devido a práticas tampouco saudáveis para o corpo e reprodução feminina.

Por isso, muitas vezes quando se tem dificuldade para engravidar é preciso que faça exames laboratoriais para que se detecte qual o problema envolvido e se tem possibilidade de cura.

Um desses exames requisitados por ginecologistas para saber o estado dos órgãos reprodutores da mulheres é a histerossalpingografia. Quer conhecer mais um pouco sobre este tipo de exame? Leia o artigo abaixo!

O que é histerossalpingografia?

A histerossalpingografia é um exame ginecológico com o objetivo de estimar as causas de infertilidade de uma mulher por intermédio de um raio-x do útero e também das trompas de falópio.

Resumindo, a histerossalpingografia possui o objetivo principal de avaliar a morfologia das tubas uterinas, mas especificamente constatar se estão dilatadas ou obstruídas.

Além dessa informação citada, este exame pode fornecer também informações sobre a presença de malformações uterinas, sinequias uterinas ou pólipos, além de propor uma anatomia do útero.

Como é feito o exame de histerossalpingografia?

A histerossalpingografia é feita de uma forma intima e sem qualquer dano para o paciente. É realizado com a mulher em posição ginecologia, bem parecido com à coleta do exame de citologia oncótica, conhecida popularmente como Papanicolau.

  1. Geralmente este exame é realizado no inicio do ciclo menstrual, entre o 6º e 12º dia, isto porque este exame diminui a chances da mulher estar grávida, pois acarretaria em um aborto por causa dos detalhes evasivo.
  2. Para ter mais detalhes, no momento do exame é injetado através do orifício do colo uterino um líquido denominado contraste.
  3. Depois de injetado é realizada várias radiografias em sequencia com o objetivo principal de visualizar o caminho que o líquido percorre no interior do útero, em relação às tubas uterinas.
  4. Com as imagens detectadas, é possível visualizar toda morfologia dos órgãos reprodutores da mulher, além de verificar todas as causas possíveis para a infertilidade.

    Com todas as constatações em mãos, o médico ginecologista em questão pode agendar o tratamento ou procedimento para que essa mulher venha a ter filhos. Todo processo da histerossalpingografia dura aproximadamente uns 15 minutos e é realizada na categoria hospitalar de radiologia.

Histerossalpingografia dói?

Esta pergunta é muito sugestiva, a questão da dor no momento da realização do exame varia muito de mulher para mulher. Normalmente, a histerossalpingografia não causa dor, mas possui alguns efeitos secundários como hemorragia vaginal, cólicas ou câimbras.

Pode sim que, no momento do exame, a mulher sinta algum desconforto na área de realizar do exame. Mas para isto a paciente pode tomar analgésicos ou anti-inflamatórios antes ou depois do exame.

Preço da Histerossalpingografia

Os preços desse tipo de exame podem variar muito de acordo com o laboratório escolhido. Portanto, o preço da histerossalpingografia pode variar entre 250 a 700 reais.
Está com alguma dúvida sobre o exame de histerossalpingografia? Diga-nos na área de comentários para que possamos solucionar suas dúvidas.

Histerossalpingografia – Vídeo com imagens reais

A infecção urinária durante a gravidez é algo que pode ser considerado corriqueiro. A maioria das gestantes apresenta no mínimo um caso de infecção urinária durante esse período. Os sintomas de infecção urinária em qualquer estância são, de fato, extremamente desagradáveis. Mas esses conseguem ser, mais desagradáveis ainda, durante a gestação.

Essa infecção necessita de cuidados redobrados da mulher quando ocorre durante a gestação, caso aconteça o contrário, pode causar danos irreversíveis, tanto para mulher, quanto para o feto. A importância dos exames laboratoriais feitos a cada trimestre da gravidez também se dá por esses casos, pois só através desses exames que infecções como essas são identificadas.

Infecção Urinária na Gravidez – Causas

É denominada infecção urinária qualquer infecção que atinja a bexiga e os rins da mulher. Quando atinge a bexiga, é chamada cistite. Quando atinge os rins, é chamada pielonefrite – sendo essa considerada como a mais grave.

INFECÇÃO URINÁRIA DURANTE A GRAVIDEZ

Sintomas da Infecção Urinária na Gravidez

Entre os sintomas da infecção urinária durante a gravidez estão a febre, a vontade frequente de urinar, dor e ardência na hora de urinar, vestígios de sangue na urina, náuseas e vômitos, tremores constantes, dores ao praticar relação sexuais, dor intensa nas costas e urina turva. Esses sintomas só tendem a aumentar enquanto a infecção estiver sendo “deixada de lado”.

Diagnóstico de Infecção Urinária em Gestantes

INFECÇÃO URINÁRIA DURANTE A GRAVIDEZ

O diagnóstico de infecção urinária durante a gravidez, e fora da gravidez também, se dá por um simples exame de urina. E são em momentos assim que as gestantes devem perceber a relevância de realizarem exames laboratoriais a cada trimestre. Durante a gravidez, qualquer descuido que pareça mínimo, pode causar danos de enormes proporções, tanto para a mãe, como também para o feto.

Tratamento da Infecção Urinária

O tratamento de infecção urinária, tanto no período de gestação como fora dele também, é feito por meio do uso de antibióticos. A Calafexina é um dos antibióticos mais usados no tratamento. Este costuma durar de 7 a 14 dias. Essa variação depende de alguns fatores, sendo o grau da infecção o principal deles.

Durante o período em que o tratamento está sendo realizado, é importante que a mulher beba muita água e que também esvazie a bexiga de modo completo a cada vez que for urinar.

Caso o tratamento não for feito de forma correta, ou por algum motivo, nem ser realizado durante a gravidez, pode causar danos de parâmetros irreversíveis para as duas vidas que estão envolvidas – ou seja, a da mãe a do feto. Entre alguns dos danos causados, pode-se citar o aborto espontâneo, o parto prematuro, a notável piora no quadro de anemia da mulher, infecção nos rins e até mesmo infecção generalizada.

No momento em que a mulher perceber qualquer um dos sintomas citados aqui anteriormente, ela deve procurar imediatamente o ginecologista ou o obstetra. Não necessariamente será uma infecção urinária, os sintomas podem estar indicando a presença de alguma outra enfermidade no organismo da mulher.

É importante frisar que dores, presença de sangue na urina, tremores, entre outros, não são sintomas que a gravidez proporciona, mas sim que indicam a presença de anormalidades no corpo da mulher, e devido a isso um médico deve ser procurado com urgência.

Se ao ler este título você achou estranho precisa ler este artigo para conhecer este problema que infelizmente ataca as crianças e deixa os pais muito preocupados. O nome do vírus se refere à cidade americana de Norwalk, que em 1972 sofreu com uma epidemia provocada por um surto de gastroenterite, que acometeu tanto crianças, como adultos.

O vírus de Norwalk ou norovírus como também é conhecido é facilmente encontrado nas fezes de pessoas infectadas e pode ser transmitido tanto pela água, como pelos alimentos contaminados, ou seja, o problema é sério e exige a sua atenção redobrada.

Ciente disso me preocupei em escrever este artigo, para te mostrar quais são os principais sintomas, as formas de tratamento e o principal: como se prevenir contra o vírus Norwalk. Preparado? Então me acompanhe pelos próximos parágrafos.

Sintomas do vírus Norwalk

Infecção por vírus Norwalk: Sintomas, tratamento e prevenção

Todo cuidado é pouco, ainda mais que os sintomas do vírus Norwalk são comuns e semelhantes à de outras enfermidades. Por isso observe se algum adulto ou uma criança apresenta um ou mais sintomas como estes:

  • Forte dor de cabeça;
  • Febre alta;
  • Náuseas acompanhadas ou não de vômito;
  • Cólicas acompanhadas de desconforto abdominal;
  • Dores musculares e fraqueza corporal;
  • Diarreia persistente.

Ao contrário de outras enfermidades, quando ocorre a diarreia esta nem sempre causa maiores problemas, uma vez que a atenção deve ser dada em maior medida para as crises de vômitos, tendo em vista que pode provocar significativa queda de pressão e rápida desidratação no paciente.

Quanto à duração dos sintomas, os mesmos podem durar dois dias ou mesmo se estender para várias semanas, ou seja, dependerá de cada caso e condição de saúde em que a pessoa afetada se encontra.

Formas de tratamento do vírus Norwalk

Infecção por vírus Norwalk: Sintomas, tratamento e prevenção

Até o momento, não existe um tipo de tratamento específico para o vírus Norwalk e por isso, muitos médicos aconselham que o paciente faça o máximo de repouso possível e ingira bastante líquido, pois esta doença é viral e infelizmente ainda não foi desenvolvida uma vacina para o seu combate.

Alguns médicos indicam aos pacientes a chamada Solução de Reidratação Oral (SRO) que é bastante eficaz devido à reposição necessária de eletrólitos no organismo – vale lembrar que este tipo de solução é facilmente encontrado em farmácias e drogarias, ou se preferir poderá fazer o tradicional soro caseiro.

Outra recomendação é tomar leite, que além de ser uma bebida nutritiva, ela possui açúcares complexos que são indicados para o paciente que sente a dificuldade de digestão dos alimentos. E por falar em líquidos, os refrigerantes e bebidas cafeinadas devem ser evitadas, pois as mesmas contribuem para a desidratação e acaba dificultando o processo de recuperação do paciente.

Vírus Norwalk – Prevenção

Algumas formas de se prevenir a contaminação do vírus são as seguintes:

  • O paciente não deverá cozinhar;
  • Lavar bem as mãos sempre que for ao banheiro, principalmente se for evacuar;
  • Roupas de cama devem ser muito bem lavadas e desinfetadas com álcool.

Como se pode verificar, a doença ainda precisa ser mais estudada para se criar vacinas que combatam de forma eficaz. Enquanto isso, fique bastante atento para proteger a sua saúde e de sua família.

Aproveite para compartilhar este artigo como forma de divulgar para o maior número de pessoas. Até a próxima!